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segunda-feira, novembro 12, 2012
quinta-feira, agosto 02, 2012
RJ - MUITA CHUVA
Antes de decolar a chuva se forma do outro lado da janela do avião.
Aeroporto Santos Dumont. Rio de Janeiro - RJ, 2012
Fotografia: Inês Correa
Antes de decolar aquele frio na barriga começa com a falta de nitidez que a tempestade de chuva provoca. A luz cai no final desta tarde, o tempo vira. É hora de ir embora.
quarta-feira, agosto 01, 2012
terça-feira, julho 31, 2012
quinta-feira, julho 26, 2012
terça-feira, julho 24, 2012
RJ - LUZ NOTURNA
Vistas do Forte de Copacabana. Rio de Janeiro - RJ, 2012
Fotografias: Inês Correa
Posts relacionados: Luz noturna na cidade
segunda-feira, julho 23, 2012
sexta-feira, julho 20, 2012
quinta-feira, julho 19, 2012
quarta-feira, julho 18, 2012
terça-feira, julho 17, 2012
segunda-feira, julho 16, 2012
RJ - POSTO 6
17h29m
Barco de Pescadores - Posto 6 e Forte de Copacabana.
17h31m
Barcos de pescadores no Posto 6 e Pão de Açúcar.
Rio de Janeiro - RJ, 2012
Fotografias: Inês Correa
Posts relacionados: Fim de Tarde
sexta-feira, julho 13, 2012
RJ - FIM DE TARDE
17h22m
17h27m
Copacabana. Rio de Janeiro - RJ, 2012.
Fotografia: Inês Correa
O taxista perguntou: "paulistas?". E disparou a falar: "Paulista tem muito dinheiro, trabalha muito, é trabalhador mesmo, rico, não é como o carioca...".
Olhando pela janela do carro, a do lado esquerdo apresentava a praia de Copacabana no percurso. O fim de tarde ia se aproximando e a água azul ficava entre o azul e o verde. O carioca passeando de lá para cá, de cá para lá. De bicicleta. A pé. Pensava o quanto deveria ser difícil trabalhar com esta paisagem. Mais ainda no final da tarde o azul e verde estavam misturados ao amarelo e vermelho que o sol que se escondia pintava no céu.
Respondi ao taxista: "Trabalho é fundamental. Só que é preciso aprender a viver bem também. Talvez o carioca saiba trabalhar e viver bem. Olhe quanto pra se aproveitar aí fora. São Paulo é concreto, é difícil. Tem a sua beleza. Mas o Rio de Janeiro é praia, sol, calor. Cada qual, o paulista e o carioca, encontram um jeito de conviver e trabalhar com aquilo que existe no seu meio ambiente...".
Depois perguntei: "De onde vem?". "Sou cearense.", respondeu.
No banco da frente o cavaquinho deitado a espera de, quem sabe, mais tarde, levar um samba pra algum lugar. "Toca o cavaquinho?", disse a ele. "Estou aprendendo. É sempre tempo...".
quinta-feira, julho 12, 2012
RJ - PEDRAS CARIOCAS
Rio de Janeiro - RJ, 2012
Fotografia: Inês Correa
Deste lugar que olho, de dentro do Jardim Botânico, posso ver a ponta da pedra que aponta naquela direção. São tantas pedras cariocas que me deixam tonta de olhar e olhar. Estou de costas para a entrada do parque. O sol está baixo no meio da tarde e do meu lado direito. A pedra de lá não sai mas parece em movimento quando muda conforme a luz lhe deita e esquenta.
Informação:
No post de ontem as folhagens são "uma não, várias
aráceas. linda foto!",
segundo o comentário que a Neide Rigo, do Come-se, deixou no Google+.
Obrigada Neide, nem
pensei no nome das folhagens quando disparei o gatilho. O que realmente me chamou a atenção para elas é que quando eu era pequena e morava em Botucatu meus pais tinham esta folhagem plantada na parte de baixo da casa aonde o sol não chegava nunca. Elas lá ficavam roxeadas, fascinante mistério sem luz.
quarta-feira, julho 11, 2012
RJ - CORES SEM FLORES
Rio de Janeiro, 2012
Fotografia: Inês Correa
A vida apresenta-se diariamente em luz. Desenha nela formas, cores e sabores. Alguns descartáveis, destes que preferimos não lembrar. Outros que gostamos tanto que queremos ter e ver, rever, compartilhar. Memorizar. Recordar. Queremos para sempre.
O Rio de Janeiro continua lindo é frase feita que não se vai. Talvez porque lá cada momento cria uma lembrança destas que se quer bem guardada no arquivo de memória. Entre muitos presentes para se não querer esquecer, bem no escuro, acima da lâmina d'água, as folhas desta fotografia. Elas mesclam suas cores no ambiente. Se misturaram a ele. Se perdem no meio.
Talvez esta fotografia tenha vindo para mim porque eu estava ali para elas, as folhas. A luz que atravessou a árvore logo acima desta cena intensificou as formas. Ela também estava lá. A água logo abaixo iluminada pela luz, embora fora do recorte fotográfico, alterou os claros e escuros, os tons e meio tons.
quarta-feira, janeiro 04, 2012
terça-feira, janeiro 03, 2012
segunda-feira, janeiro 02, 2012
sexta-feira, dezembro 30, 2011
quinta-feira, dezembro 29, 2011
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