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terça-feira, fevereiro 01, 2011
quinta-feira, janeiro 20, 2011
NA ESTRADA IV
Foto: Ines Correa
No sul de Minas Gerais, nas estreitas estradas de terra, carros, cavalos, tratores e moradores de bicicleta ou a pé transitam na mesma estreita estrada de terra. Nos dias de chuva, de lama. Dentro do carro da pra sentir a umidade do corpo suado do outro lado misturado ao calor do nosso úmido corpo. Como nas imagens dos posts anteriores, nessa o vidro marcado e molhado, embaçado...A lúcida visão ofuscada pela água escorrida mostra sem ver, sem saber a razão do outro...
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quarta-feira, janeiro 19, 2011
NA ESTRADA III
Extrema - MG, 2011
Foto: Ines Correa
Dentro do carro, calor. Fora, a chuva grossa havia se transformado numa chuvinha fina. De qualquer maneira do lado de cá do vidro era possível perceber o reflexo do meu corpo alterando a cor do verde. Além de um ligeiro embaçado gerado por nossa respiração e pelo calor do verão. Ar condicionado ou janela aberta mudariam um pouco o desenho do outro lado. Mas a imagem embaçada, deformada pela água escorrendo, "imagem aquosa" daquela árvore amarela no verde imprimiram a vontade em mim de fotografar aquele instante (ou esse).
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terça-feira, janeiro 18, 2011
MG - NA ESTRADA II
Extrema - MG, 2011
Foto: Ines Correa
A vaca surgiu ao lado, na beira da estrada, bem perto. Como passageira dessa vez imprimi a imagem em outro tempo de exposição nem tão longo, desnecessário foi. O movimento do carro fez parte do traçado. Borrifada a vaca me olhou. Quase lambeu de tão perto. Me viu com seu jeito de ver, de assistir, olhar passar de como ela sente o movimento do outro feito na lama que a estrada teimava criar.
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segunda-feira, janeiro 17, 2011
CORPO NA ESTRADA
Extrema - MG, 2011
Fotos: Ines Correa
Em janeiro de 2010, no dia 23, o Corpoemimagem sugeriu: Se fotografar não dirija, se beber fotografe. Continuo tentando, nem sempre consigo não dirigir. Porém fotografar não deixo de. Nesse dia minha amiga Leda Pasta, que já esteve aqui no Corpoemimagem, estava dirigindo. A imagem da vaca lá no fundo, ao lado, surgiu. Como passageira imprimi em fotografia num tempo de exposição de 1/40 segundos a pintura da vaca parada no movimento que o carro percorria na lama esquecida da estrada de terra.
quinta-feira, janeiro 13, 2011
CHOVENDO NO MOLHADO
Extrema - MG, 2011
Fotos: Ines Correa
A luz da manhã desse dia de verão não veio acompanhada daquela sombra longa "pitoresca" que o sol cria antes de levantar da noite, "do sonho", do horizonte... Com ele, o dia, vieram as gotas de chuva enfeitar a paisagem de janeiro, como se fosse natal, logo depois do natal, as árvores com bolinhas brilhantes de água.
Falando em natal. Pra que fazemos árvores de natal? No Corpoemimagem o natal esteve aqui em plena capital paulista nas fotos minhas e de minha filha. Mas fora daqui quando vejo as "luzinhas" na lenha colhida e no mato, penso. Pra que compramos bolinhas e luzinhas, compramos e compramos? A emoção aparece aqui e ali na naureza sem nos consumir tempo e dinheiro. É só querer ver. Deixar olhar e esperar molhar! Esperar a hora. O tempo acaba trazendo imagem semelhante.
A luz da manhã fria de um dia de verão? A luz da manhã sem sol e fria de um dia de verão manteve um "orvalho" constante e a luz difusa "feita de nuvens" brilhou as gotas de água que pingaram até o fim do mesmo dia.
Posts relacionados: Chove não molha e A luz e o orvalho da manhã
Outro tipo de relação entre posts: Luzes natalinas
quarta-feira, janeiro 12, 2011
CHOVE NÃO MOLHA
NA ROÇA
Luz matinal de um dia chuvoso - 9 hrs da manhã
Extrema - MG, 2011
Extrema - MG, 2011
Fotos: Inês Correa
Nem era tão cedo, nem era orvalho. Era chuvinha fina que vem pra "fincar" no dia. O sol não apareceu pra esquentar a luz que ficou assim, azulada. O frio e a chuva quase tiraram a sensação de verão que traria o sol em amarelo pintando diferente a paisagem. O ano de 2011 surgiu inicialmente molhado e delicado na terra mineira do sul de extrema beleza. Meiga manhã de um dia azulado e frio o ano começou o dia de janeiro e deixou um frescor.
Ainda chove lá fora ontem e hoje...
Ainda chove lá fora ontem e hoje...
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sexta-feira, dezembro 31, 2010
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